Euaipanomas (D&D 5ª ed) - Bestiário Tropical pag. 076

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As matas revelam um grupo de homens e mulheres mais altos do que qualquer humano e com uma característica bastante chamativa: Eles não possuem cabeça; seus enormes olhos, boca e nariz se localizam no tronco e seus cabelo nascem de suas costas. Andam praticamente desnudos e carregam armas muito grandes e ameaçadoras, como arcos e porretes.


Também chamados de raias, ivampanomas ou apenas "povo-sem-cabeça", os euaipanomas vivem em montanhas florestais, evitando contato com outras raças. São guerreiros implacáveis com aqueles que entram em sua região e conhecem muito bem os locais onde vivem, raramente se aventurando além dessas regiões.


Templos e riquezas. Apesar de não possuírem nenhuma forma de comércio e não façam uso de moedas, ouro e joias são consideradas como um símbolo religioso para esse povo. Suas casas e, principalmente, seus templos, costumam ser decorados com todo tipo de riquezas que encontram. Muitos aventureiros morreram na busca por tentar saquear essas cidades.


Antropofagia. Euaipanomas acreditam que é possível obter a força de um inimigo ao devorar sua carne. Um inimigo vencido deve ser sacrificado em um ritual religioso, em uma data específica, para fortalecer os outros guerreiros da aldeia. Os euaipanomas não irão devorar inimigos fracos ou indignos ou qualquer um que não for capturado vivo, pois seu ritual não tem propósito alimentar.


Euaipanoma

Monstruosidade grande, neutro

 

Classe de Armadura: 13 (armadura natural)

Pontos de vida: 104 (16d8 + 32)

Deslocamento: 9 m

 

FOR DES CON INT SAB CAR

21 (+5) 13 (+1) 16 (+3) 11 (+0) 11 (+0) 11 (+0)

 

Perícias: Furtividade +3, Percepção +2, Sobrevivência +2

Sentidos: Percepção passiva 12

Idiomas: Euaipanoma

Desafio: 1 (200 XP) Bônus de Proficiência: +2

 

Sem Cabeça. O Euaipanoma não pode ser decapitado.

 

Ações:


Porrete. Arma de Combate Corpo a Corpo: +7 para acertar, alcance 1,5 m, um alvo. Dano: 12 (2d6 + 5) pontos de dano contundente.


Arco Curto. Arma de Combate à Distância: +3 para acertar, distância 12/48 m, um alvo. Dano: 7 (2d6+1) pontos de dano perfurante.


Mordida. Arma de Combate Corpo a Corpo: +7 para atingir, alcance 1,5 m, um alvo voluntário ou uma criatura agarrada pelo Euaipanoma, incapacitada ou impedida. Dano: 16 (2d10 + 5) pontos de dano perfurante.

 

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Imagem: Ivan Mikhalenko


Fontes de pesquisa:


AIROLA, Jorge; BEER, Jean-Marc. América Mágica: Quando a Europa da Renascença pensou estar conquistando o Paraíso. São Paulo: Paz e Terra, 2000.


CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 10ª ed. São Paulo: Ediouro, 1954.


LEITE, José Roberto. VIAJANTES DO IMAGINÁRIO: A AMÉRICA VISTA DA EUROPA, SÉC. XV-XVII.


LIMA, Klarisse. América: O paraíso é aqui – O realismo mágico nos textos dos cronistas das índias. Monografia. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba: 2017.


RALEGH, Walter. O caminho do Eldorado: A descoberta da Guiana por Walter Ralegh em 1595. Adaptação e notas de E. San Martin. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2002.


STENOU. Katérina. Imagens de l’autre. La différence: Du mythe au préjuge. Seuil: Éditions Unesco, 1998.


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