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Jaguarão (D&D 5ª ed) - Bestiário Tropical pag. 102


A besta tem o tamanho de um cavalo, o corpo musculoso de onça, dentes de traíra, o andar de um cachorro e olhos grandes e vermelhos como o fogo. Seus pés são palmados, como os de um pato, mas possuem longas garras, afiadas como espadas. Seu pelo é escuro e grosso, como o de uma capivara. A criatura parece estar com fome, mas se divertindo bastante.


Corpos boiando na água, com o peito aberto e os bofes arrancados são sinais de jaguarão, um tipo de fera aquática de rios de regiões temperadas, como os pampas. Se alimentam apenas dos pulmões de suas vítimas e não precisam de muito alimento para sobreviver, mas podem se tornar gulosos se houver alimento em abundância na região. Caçam principalmente criaturas inteligentes, muitas vezes pelo desafio da caçada, mas evitam atacar diretamente.


Para capturar suas vítimas, um jaguarão normalmente utiliza de armadilhas, cavando buracos camuflados na areia para que seus inimigos caiam neles. Costumam atacar durante a noite, principalmente em praias de rio, normalmente se aproveitando de vítimas solitárias que serão levadas para dentro da água. Porém, há casos de alguns jaguarões que se tornaram tão gananciosos e soberbos de sua esperteza ao ponto de cavar durante horas, de forma cuidadosa para causar desmoronamentos de terra em regiões de barranco, soterrando quase imediatamente acampamentos inteiros de viajantes ou militares que tivessem escolhido por passar a noite próximos de um curso d'água.


Para capturar suas vítimas, um jaguarão normalmente utiliza de armadilhas, cavando buracos camuflados na areia para que seus inimigos caiam neles. Costumam atacar durante a noite, principalmente em praias de rio, normalmente se aproveitando de vítimas solitárias que serão levadas para dentro da água. Porém, há casos de alguns jaguarões que se tornaram tão gananciosos e soberbos de sua esperteza ao ponto de cavar durante horas, de forma cuidadosa para causar desmoronamentos de terra em regiões de barranco, soterrando quase imediatamente acampamentos inteiros de viajantes ou militares que tivessem escolhido por passar a noite próximos de um curso d'água.


Conhecimento estrutural. Instintivamente, um jaguarão sabe como cavar túneis ou buracos que só irão desabar sob certas condições, como na primeira chuva ou quando alguém com um determinado peso ou maior pise em cima da região. Quando próximos da água, esses buracos normalmente terminam em túneis submersos, de modo que é bem difícil para alguém sair de lá sozinho antes de morrer afogado.


Jaguarão

Monstruosidade grande, neutro e mau

 

Classe de Armadura: 13 (armadura natural)

Pontos de vida: 112 (15d10 + 30)

Deslocamento: 15 m, escalada 12 m, natação 18 m

 

FOR DES CON INT SAB CAR

18 (+4) 15 (+2) 14 (+2) 6 (-2) 13 (+1) 8 (-1)

 

Perícias: Percepção +3, Furtividade +6

Resistência a danos: Perfurante de ataques não-mágicos.

Sentidos: Visão no escuro 18 m, percepção passiva 13

Idiomas: Nenhum

Desafio: 2 (250 XP) Bônus de Proficiência: +2

 

Anfíbio. Esta criatura pode respirar ar e água.

Bote. Se o Jaguarão se mover ao menos 6 metros em linha reta em direção a uma criatura e então atacá-la com as garras, o alvo deve ser bem-sucedido em uma salvaguarda de Força com CD 14 ou ficará caído. Se o alvo estiver caído, o Jaguarão pode executar uma ação bônus para fazer um ataque de mordida contra ele.


Cavar Buraco. O Jaguarão pode cavar um buraco de 1 m³ em 1 minuto sem fazer barulho.


Olfato Apurado. Esta criatura tem vantagem em testes de Sabedoria (Percepção) que dependam do olfato.

 

Ações:


Ataques Múltiplos. O Jaguarão faz dois ataques: um com a mordida e outro com as garras.


Garras. Arma de Combate Corpo a Corpo: +6 para acertar, alcance 1,5 m, um alvo. Dano: 8 (ld8 + 4) pontos de dano cortante.


Mordida. Arma de Combate Corpo a Corpo: +6 para acertar, alcance 1,5 m, um alvo. Dano: 9 (1d10 + 4) pontos de dano perfurante.

 
 

Imagem: Beto Santos


Fontes de pesquisa:


GARCIA, Juliana. Minha Coleção De Mitos Do Folclore Brasileiro. 1ª Ed. São Paulo: Editora Caramelo, 2014.


HAASE FILHO, Pedro. Lendas Gaúchas. Porto Alegre: RBS Publicações, 2007.


FAGUNDES, Antônio Augusto. Mitos e Lendas do Rio Grande do Sul. 5ª edição. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1996.


Lendas do Rio Jaguaro. Helio Ramirez: Música, Literatura e História. <http://helioramirez.blogspot.com/2008/07/lendas-do-rio-jaguaro.html> Acesso em 07 de fevereiro de 2021.



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