Tatus Brancos (D&D 5ª ed) - Bestiário Tropical pag. 062

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Humanoides brancos, de olhos vermelhos e dentes afiados e cabelos escuros e lisos. Possuem quase metade da altura de um humano comum, mas têm uma força desproporcional para seu tamanho. É raro que usem muita vestimenta, mas alguns utilizaram de peças de couro ou placas de cascos de tartaruga para se proteger. Todos carregam facas, lanças ou arcos.


Não se sabe o nome que essa espécie dá a si mesma, que ficaram conhecidos como tatus brancos por sua tonalidade albina e seu costume de viver em túneis subterrâneos. Esses habitantes das profundezas não costumam dialogar com outras espécies e só deixam suas casas em grupos de caça que nunca se afastam demais das entradas para o submundo.


Aldeias subterrâneas. A civilização dos tatus brancos é sempre completamente subterrânea e distante de outras raças. Normalmente suas entradas se localizam e em regiões de florestas e cerrados e costumam ser escondidas e muito bem defendidas.


Isolacionismo. Por algum motivo, tatus brancos odeiam outras raças, mesmo outras raças subterrâneas. Seu idioma e sua cultura são quase totalmente desconhecidos por outras raças.


Patrulhas de caça. A carne é um dos principais alimentos da dieta dessa espécie, que aprecia, inclusive, a de outros humanoides, mas os grupos de caça possuem mais uma missão: matar qualquer pessoa que se aproxime das entradas para as aldeias subterrâneas. Em raros casos, eles podem permitir que algum sobrevivente escape para poder contar aos outros que aquela região é perigosa e que ninguém deveria andar por lá.


Tatu Branco

Humanoide pequeno, neutro e mau

 

Classe de Armadura: 12 (armadura de couro)

Pontos de vida: 13 (3d6 +3)

Deslocamento: 9 m

 

FOR DES CON INT SAB CAR

14 (+2) 13 (+1) 12 (+1) 9 (-1) 11 (+0) 10 (+0)

 

Perícias: Furtividade +3, Sobrevivência +2

Sentidos: Visão no escuro 18 m, percepção passiva 10 Idiomas: Tatu Branco

Desafio: 1/2 (100 XP)

 

Ataque Surpresa (1/Dia). Se o Tatu Branco surpreender uma criatura e acertá-la com um ataque em seu primeiro turno de combate, ele adiciona 7 (2d6) de pontos de dano extra a este ataque. Dano causado é do mesmo tipo da arma.

Canibalismo Voraz (1/Dia). Quando o Tatu Branco causar dano usando seu ataque de mordida em uma criatura que não seja um morto-vivo ou constructo, ele recupera pontos de vida igual aos pontos de dano perfurante causados pelo ataque.


Olfato Apurado. Esta criatura tem vantagem em testes de Sabedoria (Percepção) que dependam do olfato.


Sensibilidade à Luz Solar. Esta criatura possui desvantagem nas jogadas de ataque e nos testes de Sabedoria (Percepção) relacionados à visão quando ela, o alvo do seu ataque ou qualquer coisa que esteja tentando perceber estiver sob luz solar direta.

 

Ações:


Mordida. Arma de Combate Corpo a Corpo: +4 para acertar, alcance 1,5 m, um alvo. Dano: 4 (1d4 + 2) pontos de dano perfurante.

Faca. Arma de Combate Corpo a Corpo: +4 para acertar, alcance 1,5 m, um alvo. Dano: 4 (1d4 + 2) pontos de dano perfurante.


Arco Curto. Arma de Combate à Distância: +3 para acertar, distância 24/97 m, um alvo. Dano: 4 (ld6 + 1) pontos de dano perfurante.

 

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Imagem: Gabriel Pereira


Fontes de pesquisa:


APOCALYPSE; Mary. Estórias e Lendas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. São Paulo: Ed. Edgraf, 1962.


CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 10ª ed. São Paulo: Ediouro, 1954.


HENRIQUES, Gilmar; Et al. O alto São Francisco e o mito dos Cataguá: contribuições para a história indígena em Minas Gerais. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, n. 14, p. 195-208. São Paulo: USP, 2004.


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